Tomaz de Figueiredo

ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS

 

Tomaz de Figueiredo, com 9 meses

 

a casa onde nasceu, em Braga

a sua mãe, Maria da Soledade

o seu pai, Gustavo

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Tomaz de Figueiredo, com 3 anos

e com 5 anos

integrado na equipa de futebol do Colégio Jesuíta de Los Placeres, com 14 anos

Carnaval de 1917, no Colégio de La Guardia

 

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último ano de estudos no Colégio Jesuíta de La Guardia (Galiza), com 17 anos

reunião do curso de Direito de Coimbra (1920-25), em 1940

reunião do curso, em 1955

 

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casamento com Mª Antónia Teixeira de Queiroz de Castro Caldas, Janeiro de 1930

o primeiro filho, Tomaz Xavier

o casal, em Vila Praia de Âncora

 

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Tomaz de Figueiredo com o filho e outros familiares no rio Vez, em 1935

com a mulher, o filho e uma cunhada

Tomaz de Figueiredo numa esplanada de Lisboa

 

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na ria de Aveiro, em 1955

 

com o filho Tomaz Xavier

Fausto José e Tomaz de Figueiredo - «dois felizões»

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serra de Bigorne, durante uma caçada, com, entre outros, Fausto José, em 1955

fotografia, um outro hobby

na ria de Aveiro, com um grupo de amigos, em 1955

 

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com um amigo

em Estarreja, a escrever, na Pensão Fortunato

entrevista na RTP, em 1963

 

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em Lisboa

 

a consultar o incontornável «Dicionário de Morais»

na Brasileira do Chiado, com amigos, em 1969 (talvez a última fotografia)

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A "menina da tabacaria" de "A Brasileira". A verdadeira "posta restante" dos frequentadores. Tudo o que era esquecido, livros, agasalhos, chapéus  de chuva, era colocado nessa "posta restante". Por qualquer dos criados, de dúzias de anos na "Brasileira", fosse o Fausto, o "João Franco" , o Magalhães ou o Albino, os quais, com os clientes mais assíduos, formavam "uma verdadeira família

   

 

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Referências familiares na obra de Tomaz de Figueiredo

 

 

 

 

 

 

 

A Tia Catarina, a Tia Mariana de

"A Toca do Lobo"

 

 

O Tio Luiz Gonzaga de Azevedo, SJ,

 

O Pai, Gustavo, seu companheiro e confidente

 

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Personagens carismáticas na obra do escritor

 

A Maria Velha, "a Maria de Casares, como o povo a conhecia, do nome da Casa onde por da família era tida"

 

"Que patusco o Manuel Cerqueira...O Pai achava-lhe uma graça! ...A graça que o Pai lhe achava! Chamava-lhe o Mata-Leões"

 

O Tone Pundão. Pescador exímio e grande companheiro de caçadas. Era a sua vida, os seus talentos - que a ninguém desvendava

 

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